sábado, 26 de novembro de 2011

Video do Museu Couros de Formosa


A internet proporciona ao internauta uma diversidade de conteúdo. Nela pode-se encontrar uma multiplicidade considerável de conhecimento. Tamanha é essa disponibilidade que muitas vezes o internauta deve saber filtrar o bom conhecimento e da produção descomprometida.

Quando se está diante de um debate sobre o mundo virtual, as tecnologias e suas conseqüências, surgem perguntas complexas e fundamentais para o futuro desse meio. Alguns dizem, por exemplo, que o jornalismo impresso tende a desaparecer por causa das tecnologias que vem surgindo. Outros dizem que a internet é a liberdade de expressão por excelência, onde desde um simples anônimo até uma grande empresa comunicativa pode utilizá-la para se comunicar a hora que quiser e como desejar. Também há aqueles que criticam a falta de uma legislação especifica para a internet, já que tantos crimes são cometidos utilizando esse meio como ferramenta faltaria algo que estabelecesse limites. Todos esses são debates extensos, mas que demonstra a importância significativa que a internet tem em nossa sociedade. Ora pelo simples fato de alguém está nesse momento lendo esta postagem, por si só já contextualiza a internet presente em nossas vidas. Aliás, por falar em vida, o Bomba-H somente existe por causa dela. 

Pensando nas possibilidades que o mundo virtual nos oferece, o Bomba-H tem a honra de trazer aos nossos seguidores e leitores uma nova produção. Trata-se de um vídeo feito pelos administradores deste blogger, onde foi necessário um esforço significativo, embora possa não parecer, para torná-lo possível. O vídeo foi apresentado para a disciplina da professora Izabel, num dia infeliz para nossa turma, onde apenas cinco pessoas se encontravam em sala para apreciar essa produção.  Embora nem tantas pessoas estivessem em sala de aula naquele dia, pois havia outro evento fora da UEG no mesmo horário de aula que foi transmitido o conteúdo, os criadores e produtores do vídeo resolveram disponibilizá-lo a todos que não tiveram a oportunidade de assisti-lo.

Além desse vídeo sobre o Museu Couros de Formosa, o internauta também poderá conferir a entrevista feita por nós a Ricardo Barcelos guia turístico do Museu. Quem preferir pode acessá-la utilizando o seguinte link:

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Mal-estar: Estados Unidos vs. América Latina

O mal-estar presente nas relações entre os Estados Unidos e a América Latina deve ser visto, de forma geral, a partir de diversos fatores, não sendo isolado apenas para um país e em determinado período de tempo. Por isso a análise das estruturas de determinado acontecimento, como por exemplo: a Cuba sob o ideal socialista, reflete causas outras que estariam envolta do ocorrido. Como no exemplo sobre-citado a análise do contexto passa ainda ser fundamental, pois foi diante da presença na União Soviética em plena Guerra Fria e sob outras circunstancias que colocam em pauta “o choque de interesses nacionais” entre países latinos e os EUA, que pode-se perceber as transformações referente a Cuba.

Líderes como Fidel Castro e Che Guevara se argumentam na revolução. Fazendo criticas a oligarquia que governava Cuba e que atendiam os interesses “persuasivos” dos Estados Unidos, Fidel lança críticas afirmando os diversos problemas que tomavam conta de Cuba diante da presença de Batista. Embora os discursos de Fidel se aproxime aos idéias socialista, se percebe antes disso uma presença revolucionária prol nacionalista, mas tarde Cuba ganha esse caráter socialista devido as influencias e os ocorridos na Guerra Fria.
Portanto antes de Fidel Castro tomar o poder de Cuba, antes da Revolução Cubana acontecer, suas criticas e opiniões manifestavam o interesse de constituir um governo revolucionário que atendessem as demandas do país e da população. Diante do governo de Fulgêncio Batista, Fidel tenta lançar sua primeira revolta contra o poder oligarca, violento e corrupto que debruçava há anos entre os poderosos de Cuba. “A história política de Cuba na primeira metade do século XX pode ser resumida, a grosso modo, numa sucessão de governos oligárquicos, permeados por ditaduras e intervenções militares dos EUA.” Embora em sua primeira investida contra o governo Fidel Castro não tenha conquistado grandes feitos, pois acabou sendo reprimido e preso, ainda sim essa primeira tentativa merece os méritos, pois diante do apoio popular Batista teve que conceder anistia a Fidel Castro e seu irmão Raúl Castro. Nesse acontecimento se percebe a popularidade que começava a se mostrar perante a Fidel. A oligarquia que governava
 Durante um extenso período do século XX os governantes de Cuba atendiam a interesses americanos. O que melhor exemplifica tal situação de influencia americana em solo cubano foi a Emenda Platt que consistia em dar uma “virtual carta branca aos Estados Unidos para intervir, mesmo depois do fim de sua ocupação militar, em 1902.” O mito de uma América generosa, ou da moralidade, é bastante significativo perante as condições que os americanos se sentem ao intervir militarmente em determinado processo político de algum país latino-americano. Logicamente que esse sentimento é um ideal e não a única explicação para analisar o mal entendido entre Estados Unidos e América - latina, seria ignorante pensar que apenas o sentimento civilizador americano era o que importava, pois muitos outros interesses corporativos, imperialista e econômico devem ser colocados em questão. Isso pode ser visto diante da afirmativa de George Washington em afirmar os Estados Unidos como sendo “um império em ascensão”, mas também pode ser visto na Doutrina Monroe, onde é nítido o interesse americano em se afirmar como influente economicamente perante aos “inferiores” latinos americanos. Em relação a essa Doutrina de América para os americanos, o presidente Theodore Roosevelt afirmou ser uma “obrigação para com os povos que vivem no barbarismo fazer com sejam libertados de seus grilhões.” Esse mesmo presidente ainda faz outras referências, onde é nítido o mito da moralidade, como em afirmar que sem ajuda dos cubanos poderíamos derrotar os espanhóis com mais facilidade. “Este racismo era, à época, padrão para a maioria dos americanos que dedicavam alguma atenção à América Latina.”

Outro fator que rivaliza ainda mais a relação entre Estados Unidos e América Latina são os setores econômicos e os interesses políticos. Ora se o EUA surge como uma “importante potencia industrial,” os Estados Unidos passa a projetar interesses imperialistas em busca de “recursos naturais, abrangendo terras abundantes,” por outro lado a América Latina era uma fonte de exportação de matéria primas, por falta de recursos técnicos e de capital esses países acabam não conseguindo desenvolver indústrias capazes de competir com a americana e com as européias. O sentimento presente em alguns setores da política latino-americana, e mais tarde em praticamente todos os países latinos americanos será o interesse no nacionalismo. O que não era de agrado para os EUA que era uma potencia de exploração.

Em reação ao contexto de rivalidade que ocorria entre a “superioridade” Americana contra os “incivilizados latinos” se percebe o surgimento de “políticos e intelectuais latino-americanos pouco mais podiam fazer que contrapor à arrogante atitude americana sua própria crítica ´mordaz ao Norte, que viviam como materialista e oportunista.” Diante desse trecho se percebe que o anti-imperialismo e mais tarde anti-capitalismo de Fidel e portanto de Cuba contra os EUA se deve a um processo de mal-entendidos, sendo o que o socialismo se estabelece mediante ao ocorrido na Guerra Fria e sob influencia militar e política da potencia socialista da época: União Soviética. É interessante perceber que diante da Guerra Fria, onde o mundo esteve em constante alerta os interesses dos norte-americanos eram livrar qualquer país da influencia do socialismo, devido a isso muitas ditaduras ocorreram em países latino-americanos sobre estimulo americano. Seria melhor para os EUA uma ditadura militar do que uma ditadura socialista. Mas nem todos os países latinos americanos foram persuadidos pelos interesses dos EUA, pois com Fidel no poder e resistindo as investidas militares americanas – como exemplo a invasão Baía dos Porcos, Cuba passou a se tornar um país socialista e ainda hoje “continua um auto proclamador Estado socialista, dedicada a uma política de confrontação com os Estados Unidos.” Do outro lado ainda os EUA se mostra com o interesse em derrubar o governo de Fidel Castro, demonstrando com isso que ambos os países ainda continuam diante de tensões internacionais.

Para muitos historiadores a maior tensão ocorrida diante da rivalidade entre Cuba vs. EUA ou Socialismo vs. Capitalismo, ocorreu 1962 com a Crise dos mísseis. Esse acontecimento caracteriza a Cuba do lado do bloco socialista, pois depois da investida americana na Baía dos Porcos, Fidel toma posição e se reuni com presidente soviético Nikita Kruschev, concretizando assim uma base militar no território cubano que apontava mísseis termo-nucleares para os EUA. O mundo estava diante da pior tensão da Guerra Fria, pois para o lado Soviético havia uma base americana na Turquia e para o Americano uma base soviética em Cuba o resultado foi intensas negociações onde ambos os países tiveram que desativar suas bases militares.

Portanto o dilema e os mal-entendidos ocorridos entre Cuba e EUA estão dispostos diante de outros acontecimentos, diante de uma análise que não deve apenas se importar com o acontecimento em si, mas a analise de suas estruturas, as investigações por de trás dos fatos. A hegemonia americana posta em debate tendo por referencia Cuba, ou os países americanos, pode ser vista de diversas formas, por diversos interesses, seja: ideológico, político, social e econômico. Trata-se de um tema que coloca em cenário um país contemporâneo e imperialista, em contra partida de uma luta que se mostrou primeiramente localizada, mas diante dos acontecimentos e diante das mudanças esses conflitos se tornam processual e vão ganhando novas conotações diante ao mundo que se encontrava em tensões.

"Salvo umas poucas indústrias alimentícias, madeireiras e têxteis, Cuba continua sendo uma feitoria produtora de matérias-primas. Exporta-se açúcar para importar caramelo, exporta-se couro para importar sapatos, exporta-se ferro para importar arados...”

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

História da América Latina:
Populismo, nacionalismo e desenvolvimentismo

O processo de independência e a intitulação dos países latino-americanos como nações ocasionou no contexto político, social e cultural dos mesmos uma série de novas perspectivas, despertando e colocando em discussão um apanhado de questões voltadas para construção de uma identidade nativa e nacional. “Quatro séculos de transculturação- o processo de trocas culturais- deram origem a uma profusão de diferenças no discurso, nos costumes, nas atitudes. Entrelaçado ao processo de transculturação, o processo de mistura de raças criara populações nacionais igualmente singulares.”

A constituição de um nacionalismo singular no seio dos países latino-americanos caminha paralelamente ao desenvolvimento político e econômico dos mesmos, sendo importante ressaltar que a áurea para a implantação de uma identidade singular e nacionalista se embasava na idéia de que os latino-americanos eram um resultado concreto de uma mistura de raças, provenientes do contato direto entre europeus, indígenas e africanos, ao passo que qualquer singularidade nacional que se levantasse na América Latina carregaria um caráter hibrido na sua composição.

No Uruguai, podemos observar que o nacionalismo se constituiu através da influência e representação da figura de José Batlle y Ordonez, líder populista e presidente do país de 1903 a 1915. Através de uma política expansionista e de modernização econômica que se embasou principalmente no preceito de planejar o estado contra o “imperialismo econômico estrangeiro” , o Batllismo se destacou por influir no contexto político uruguaio um nacionalismo cívico e econômico, conquistando um apoio contínuo das classes trabalhadoras e médias, demonstrando uma preocupação considerável com as camadas populares promovendo melhorias nas condições de trabalho, educação, infra-estrutura e nos demais seguimentos sociais. No âmbito econômico, o governo uruguaio instalou um programa de envolvimento total na economia, estatizando as principais indústrias e ferramentas estruturais (bancos, ferrovias, portos, frigoríficos) e mantendo sobre controle todo o monopólio de exportações comerciais. Batlle transformou o Uruguai em um estado de constante processo de modernização alinhado a uma corrente de identidade nacional, despertando nos uruguaios um sentimento totalmente nativista e local, excluindo as influências externas e colonialistas que preponderavam.

Na Argentina, outro líder populista se levantou contra as oligarquias de proprietários rurais que dominavam o país através de uma eleição, colocando em prática um regime político mais democrático e voltado para a causa nacionalista. Hipólito Yrigoyen governou a Argentina por dois mandatos, de 1916 a 1922 e de 1928 a 1930, apoiado sempre pela União Cívica Radical que era formada pela classe média e classe trabalhadora, se transformando posteriormente no “primeiro partido político de massa da história da América Latina.”

Em contraposto ao Uruguai, a política reformista nacionalista argentina no patamar econômico não foi tão intensa quanto à uruguaia, sendo que o papel e a influência estrangeira dentro da Argentina continuaram intactos. No parâmetro político e social, houve sim mudanças bastante gradativas, principalmente através da representação da figura do presidente Yrigoyen, que devido aos seus altos índices de popularidade se apresentava como um integrante do povo, adotando uma postura de reformas políticas voltadas para as limitações sociais.

Nos governos de Juan Perón, de 1946 a 1955 e posteriormente de 1973 a 1974, a causa nacionalista se fortificou, sendo que Perón se amparava no apoio recebido da Igreja Católica, do exército e do movimento sindical. Seu governo se destacou por promover a centralização do poder nas mãos do estado, garantindo também melhorias para a classe operária e as classes mais desfavorecidas, podendo seu governo ser encarado como detentor de um caráter paternalista e extremamente autoritário, mas idolatrado pelo povo.

Os conceitos de nacionalismo, populismo e desenvolvimentismo interpretados na Argentina ou Uruguai ou em qualquer um dos países latino americanos, estão diretamente interligados. As vertentes de uma cultura extremamente nacionalista se constituem a parti do pressuposto que o populismo e o desenvolvimentismo são as colunas para a construção de um estado nacionalista, ou em outras palavras, o povo e o progresso e que originam uma identidade nacional. A industrialização, a assimilação dos imigrantes dentro do estado como nação, à construção geográfica e ideológica pós independência, o surgimento de líderes carismáticos a nível nacional dentre outros são fatores que podem ser embasados dentro desses três conceitos. O povo, o desenvolvimento e o espírito nacional singular estão entrelaçados numa espécie de cadeia alimentar, de forma que um se posiciona como válvula de escape para o funcionamento do outro.

 
LEONARDO REIS VALADARES
(seja bem-vindo)

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

O caso da publicidade Hope
Qual o limite da liberdade publicitária?

Hpé

O caso é o seguinte: a propaganda que pode ser vista no vídeo acima, tem trazido já alguns dias debates sobre a liberdade da mídia brasileira. A campanha feita pela marca de lingerie Hope, traz em vários vídeos a modelo brasileira Gisele Bündchen ensinando as formas corretas de contar uma noticia ruim para o marido. Sendo que a forma correta, indicada pelo comercial é quando a modelo a parece somente de roupas intimas. Diante de tal situação A Secretaria – da Presidência da Republica – de Políticas para Mulheres (SPM) discordou do conteúdo transmitido pela propaganda, afirmando que tal publicidade, “promove o reforço do estereótipo equivocado da mulher como objeto sexual de seu marido e ignora os grandes avanços que temos alcançado para desconstruir práticas e pensamentos sexistas.”

Alguns têm chamado essa posição do governo como moralismo político, outros dizem que é resquícios do governo Lula que “sempre teve as pretensões de censurar a imprensa e a mídia,” outros afirmam se trata apenas de um comercial entre tantos outros com conteúdos parecidos. Entre esses comentários, gostaria de estabelecer outros sobre o mesmo assunto. Antes de tudo devemos considerar que esse debate sobre as conseqüências causadas pela publicidade da Hope, embora possa parecer trivial, é um debate que busca alcançar outros assuntos teóricos que contextualiza o estudo da mídia.

A mídia tem um importante papel na sociedade, ou deveria ter. Ela está presente em nosso dia-a-dia, promove representações e discursos, trata-se do quarto poder como alguns teóricos gostam de afirmar. "Nosso mídia é onipresente, diária, uma dimensão essencial de nossa experiência contemporânea. É impossível escapar à presença, à representação da mídia." (Silverstone, 1999)  Nesse sentindo, embora possa parecer utópico cabe a mídia de forma geral ter um papel com a sociedade, ter uma função em orientar os discursos da sociedade até a própria ética social deve ser influenciada pela mídia. A propaganda da marca Hope, como em muitas outras publicidades, utiliza do instrumento da brincadeira, onde impera o faz de conta, saímos da seriedade para nos aproximar de uma realidade outra. No entanto essa brincadeira, como em qualquer outra, deve ter seu começo, meio e fim. Deve ter como seu limite a vida real, a seriedade. Por isso a pergunta: qual seria o fim das brincadeiras publicitárias?

Ao que parece não há um fim nelas, pois logo depois estamos diante de outra campanha publicitária brincalhona. O fim dessas brincadeiras, presente na publicidade da Hope, é quando entra em cena a seriedade, o mundo real, quanto Willian Bonner ler uma notícia dizendo que o número de violência entre as mulheres tem aumentado. Diante dos fatos onde entra o papel importante da mídia em conscientizar a sociedade? Nessas publicidades o papel da mídia está em apenas vender o produto. Espera-se que o público se sinta a vontade com aquela campanha e se sinta identificado com o que é mostrado.


Enquanto isso as tentativas do governo em limitar esses discursos da publicidade, deverá ser uma reflexão de cada pessoa que está diante dessa postagem. Mas em relação a esse assunto A Secretária de Política para Mulheres tem se sustentado suas criticas baseado nos seguintes artigos presentes no Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária:


Artigo 19

Toda atividade publicitária deve caracterizar-se pelo respeito à dignidade da pessoa humana, à intimidade, ao interesse social, às instituições e símbolos nacionais, às autoridades constituídas e ao núcleo familiar;

Artigo 20

Nenhum anúncio deve favorecer ou estimular qualquer espécie de ofensa ou discriminação racial, social, política, religiosa ou de nacionalidade;

Artigo 21

Os anúncios não devem conter nada que possa induzir a atividades criminosas ou ilegais – ou que pareça favorecer, enaltecer ou estimular tais atividades;

Artigo 30 – A Medida Liminar é cabível quando:

(...)

II – A infração ética configurar flagrante abuso da liberdade de expressão comercial, ou provocar clamor social capaz de desabonar a ética da atividade publicitária, ou possa implicar grave risco ou prejuízo do consumidor

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Humor com H de luto. José Vasconcelos



Os Lusíadas por representantes das nações

As armas e os barões assinalados
Que da Ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca de antes navegados
Passaram ainda além da Taprobana
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a forma humana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino, que tanto subliminaram;