De volta ao palanque virtual, o Bomba – H não poderia retornar sem antes produzir o seu breve comentário sobre os acontecimentos envolvendo o aluno Lucas Alves e o professor do curso de história de Brasil II. Ambos os personagens tem ligações direta com este blog, sendo que o primeiro é administrador e autor do Bomba – H e o segundo teve sua gestão de coordenador desenvolvida tendo como participação alguns outros administradores deste blog. Aliás, antes de prosseguir, temos orgulho de elencar no currículo do Bomba-H a produção da pagina virtual do curso de História.
Feita a devida introdução vamos da continuidade. É nítido que os dois acontecimentos, embora tenham ocorrido num período relativamente curto entre um e outro, não representa o espaço democrático de uma Universidade como a UEG. Já que no próximo ano novos alunos adentraram na UEG de Formosa, há de se ficar claro que a postura dos alunos e o comportamento dos professores são inteiramente de respeito, de ética e amizade em ambas as partes.
Por ser um acontecimento de raridade na UEG, nada mais justo do que repudiar atitude dos envolvidos nos acontecimentos. Por parte do aluno a atitude irônica pareceu ser uma arma constrangedora ao extremo, por parte do professor as palavras pronunciadas não seguiam a lógica da reciprocidade. Muito embora a ironia ou a acusação tenham sido ações negativas, acredito particularmente, que o xingamento a terceiros íntimos não é um ato recíproco, isso se tratando de um exemplo que não foi medido com a balança da justiça da reciprocidade, apenas com o bom-senso opinativo. O Bomba – H quer deixar claro que o nosso administrador Lucas Alves, o autor mais próximo dos leitores deste blog, passa a quilômetros de distância do que realmente aquelas palavras pronunciadas representam. Seja como aluno ou como cidadão podemos garantir, ao leitor do Bomba-H, que os administradores deste blog, embora possa cometer erros e provocar as inflamações dos ânimos, são pessoas comprometidas com o conhecimento e sabem perfeitamente de sua integridade como pessoa. Também há de se ressaltar que o Bomba - H não está promovendo o discurso maniqueísta, não há o lado certo ou o errado nesses acontecimentos, pois o Lucas errou, mas não sozinho.
Por parte da UEG creditamos a nossa diretora as providencias que serão tomadas como fundamentais na continuidade da democracia e da ordem em nossa Universidade. Não queremos acreditar, sob hipótese alguma, que nossa Unidade é uma terra sem lei. Pois, a Universidade deve ser um espaço de democracia por excelência, onde o livre debate, o respeito a dignidade e a liberdade de expressão devem ser mantidos e preservados sob qualquer circunstancia.
Victor Barbosa (administrador do Bomba-H)
Victor Barbosa (administrador do Bomba-H)





