domingo, 3 de janeiro de 2010

ERA UMA VEZ A PLANTA E O PÃO...


Uma antiga lenda diz que o panetone foi criado no século XVII por um padeiro da região da Lombardia chamado Toni que se apaixonou por uma moça e para impressionar seu sogro criou uma nova receita de pão recheada com frutas cristalizadas. Com o tempo esse pão recebeu o nome de "pani di toni" ou seja o pão do toni que atualmente é chamado de panetone. (Wikipedia)

Porem o que está ocorrendo é que um certo político de uma certa capital federal, fez o favor de pregar um ideal errado a cerca do delicioso alimento italiano.
O Pão que já foi motivo de alegria e felicidade, hoje alvo de piadas. Pessoas se sentem no direito de brincar com tal alimento, só porque um certo Governador inventou uma desculpinha assim sem querer ... envolvendo o nosso querido alimento natalino.

Para ficar claro o nome de tal governador não foi citado, pois era por de mais complicado tentar juntar em um texto o delicioso e tradicional Panetone com uma planta da família das Rutaceas.

Mais em fim pra quem ainda assim deseja saber o nome, ai vai o nome cientifico: Ruta graveolens L, Ruta montana, Ruta sativa, Ruta hortensis, Ruta latifolia, tambem conhecida como Arruda.

AH! Propósito não pense que estou recriminando as pessoas que fazem piadas com tal alimento, apenas quero deixar claro que o Panetone não é apenas um alvo de brincadeira (rs), mais também um delicioso pão e que não combina nem um pouco com Pizza, apesar de insistirem a juntar os dois em um só...

E como curiosidade vale lembrar a incrível coincidência. Pizza e Panetone dois alimentos italianos, mais famosos na política brasileira.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Boas Festas


Olá pessoal tudo bem?

Finalizando este ano desejo a todos um ótimo natal. Que neste período em que comemoramos o nascimento de Cristo, possa nascer também em nós a alegria, a paz e a esperança de dias melhores. Que nossos laços fraternais sejam renovados e nossos relacionamentos cresçam em respeito, dignidade e amizade. Foi ótimo passarmos juntos este 2009, e que venha o próximo ano trazendo consigo novos desafios a serem vencidos. Um grande abraço a todos, boas festas e a paz do Senhor Jesus a todos.


Ademar Arruda.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

MOMENTO SEM HUMOR


WASHINGTON, EUA (AFP) - A eleição do Rio de Janeiro como cidade-sede dos Jogos Olímpicos de 2016 continua repercutindo nos Estados Unidos: segundo o ator e comediante Robin Williams, o Rio ganhou a disputa contra Chicago, Tóquio e Madri porque enviou cocaína e strippers para os membros do Comitê Olímpico Internacional (COI).


A cidade de Chicago, eliminada logo na primeira rodada da votação, largou em desvantagem, disse Williams em entrevista concedida durante o programa noturno de David Letterman, da CBS.
"Chicago mandou Oprah (Winfrey, popular apresentadora de TV) e Michelle (Obama, primeira-dama dos Estados Unidos). Já o Brasil enviou 50 strippers e meio quilo de cocaína", brincou o irreverente ator, arrancando risadas da plateia.


Robin Williams, 58 anos, nascido em Chicago, é um dos atores mais populares dos Estados Unidos.

CLAUDE LÉVI STRAUSS - Entrevista


A natureza soou o alarme

O francês Claude Lévi-Strauss, hoje com 94 anos, é um dos últimos representantes da espécie renascentista de sábio numa época em que o conhecimento tende a se especializar cada vez mais. Estudou pintura, música, lingüística, filosofia e direito. Dedicou-se à antropologia, pois achava que o estudo do homem reunia todas essas disciplinas. Seu objetivo era descrever padrões de pensamento e comportamento humano comuns a várias culturas. Nos anos 30, enquanto vivia seu período de formação intelectual, Lévi-Strauss lecionou na então recém-fundada Universidade de São Paulo, o que liga umbilicalmente sua biografia ao Brasil. Foi aqui que Lévi-Strauss estudou índios pela primeira vez – e seu deslumbramento com o modo de vida selvagem serviu de inspiração para os ecologistas da fase romântica. Com base em sua experiência brasileira, Lévi-Strauss escreveu uma de suas obras mais conhecidas, Tristes Trópicos. Nesta entrevista a VEJA, de 1983, ele fez um resumo de suas idéias fundamentais.



VEJA – O que as sociedades modernas poderiam aprender com as primitivas?

LÉVI-STRAUSS – Mais do que se imagina. Por mais humildes e modestas que possam parecer, essas sociedades têm um prodigioso conhecimento de seu meio natural. Dificilmente esse meio natural poderá ser desenvolvido sem a incorporação, por parte das sociedades modernas, desse saber.


VEJA – Como isso poderia acontecer?

LÉVI-STRAUSS – Há muitos casos de países, como o Brasil, que tentaram transformar florestas em áreas cultiváveis. Ao final de poucos anos sempre se descobre que não existem mais solos férteis, porque eram justamente as raízes das grandes árvores que garantiam a riqueza das terras. Os índios não fariam uma coisa dessas. Por isso eu acho que, nas regiões em que ainda existem populações indígenas, deveríamos desenvolver uma colaboração com elas – e não atuar contra elas.


VEJA – Na época em que o senhor esteve no Brasil, estiveram no país intelectuais franceses, como o sociólogo Roger Bastide e o poeta Blaise Cendrars. Como era para esse grupo conviver com o ambiente cultural brasileiro?

LÉVI-STRAUSS – A oportunidade de participar da criação da Universidade de São Paulo nos estimulou muito a ir para lá. E naquela época um francês poderia se sentir em casa no Brasil. Todo brasileiro um pouco cultivado falava francês. Havia pessoas de uma vitalidade extraordinária.


VEJA – Quem, por exemplo?

LÉVI-STRAUSS – O professor Paulo Duarte, que continua meu amigo até hoje. Também guardo ótimas lembranças de Mário de Andrade, um dos grandes poetas que conheci. E havia outros, como Oswald de Andrade.


VEJA – Apesar de ter sido um entusiasta da arte moderna na juventude, o senhor foi um dos primeiros a se afastar dela e a denunciar suas deformações. Como se sente na posição de uma das poucas pessoas com prestígio intelectual, em todo o mundo, que não gostam de Pablo Picasso?

LÉVI-STRAUSS – Minha voz não conta para grande coisa. Tenho enorme admiração por Picasso, e não há dúvida de que se tratava de um gênio. Sua capacidade de se exprimir em gêneros tão diferentes e de fazer exatamente o que queria, sem dar importância à opinião dos outros, é algo que merece nossa admiração. Dito isso, creio que ele não era um grande pintor. A genialidade de Picasso consistia em outra coisa.


VEJA – Por que Picasso seria gênio, se não era um grande pintor?

LÉVI-STRAUSS – Ele conseguiu nos dar a ilusão de que ainda fazia pintura, ao se servir, com extraordinária maestria, dos restos da pintura de antigamente. Mas não fazia, na verdade, mais do que uma retórica sobre a pintura. Não era mais uma pintura. Era uma espécie de discurso sobre a pintura do passado.


VEJA – O senhor acredita que a humanidade progride ao longo da história?

LÉVI-STRAUSS – Não acredito que se possa falar em progresso com "P" maiúsculo. Nós não temos nenhum sistema de valores que nos permita dizer que uma escolha é superior a outra. Para mim, seria mais adequado falar em progressos, no plural. Não há dúvida de que em vários domínios – na ciência, por exemplo – um considerável progresso foi realizado.
VEJA 35 Anos / Edição de aniversário

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Dia Especial para o blog - DIA DE UM FILOSOFO DA VIDA...


Eis um dia importante para o blog Amigos da História, trata-se de um dia em que um grande amigo do blog faz aniversário.

Não temos muitas palavras para falar a respeito desse dia... só queremos dizer

FELIZ ANIVERSÁRIO MEU CARO JOAQUIM !!!


Aqui vai uma resposta que ele nos deu quando foi perguntado se hoje era seu aniversário ?


Sim hoje conforme quis a vida, sobrepus-me a todos os obstáculos e suportei todos os sofrimento e dores que até aqui se erigiram ante meu caminho e com a força da simplicidade e a busca constante da pureza se coração deixei para trás trinta e três anos de vida vivida com muita luta, risos, e lagrimas, alegrias e tristeza mas acima de tudo com muito amor e prazer em poder me auto construir nessa grande oficina de construir homens


se chorei ou se sorri... o que importa é que emoções eu vivi


Joaquim Teles - Kiko di Faria